Trajos da Madeira

Camponesa da Madeira


Camponeses da Madeira


Poderão aceder à descrição de trajos desta e de outras regiões aqui>>>

Fonte: Etnografia Portuguesa - Tentame de Sistematização pelo Dr. José Leite de Vasconcelos

Trajos de Entre Douro e Minho (2)

Camponesas de Portuzelo (Viana do Castelo)


Trajo de Domingo (Viana do Castelo)


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Fonte: Etnografia Portuguesa - Tentame de Sistematização pelo Dr. José Leite de Vasconcelos

Trajos de Entre Douro e Minho (4)

Chapéu de palha (Norte de Portugal)


Croça (Minho)



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Fonte: Etnografia Portuguesa - Tentame de Sistematização pelo Dr. José Leite de Vasconcelos

Trajos de Entre Douro e Minho (3)

Tipo de Barcelos


Jangadeiro - Anha (Minho)


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Fonte: Etnografia Portuguesa - Tentame de Sistematização pelo Dr. José Leite de Vasconcelos



Trajos de Entre Douro e Minho (1)

Mulher de Mantilha (Viana do Castelo)


Homem com jaqueta e mulher com capa, saia e blusa


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Fonte: Etnografia Portuguesa - Tentame de Sistematização pelo Dr. José Leite de Vasconcelos

Bairro Estrela D'Ouro - Lisboa


O Bairro Estrela D’Ouro é uma antiga vila operária que um galego, proprietário de uma indústria de confeitaria, mandou construir para os seus trabalhadores, muitos dos quais também galegos a viverem em Lisboa. Fica situado no Bairro da Graça, junto a Sapadores e ao magnífico miradouro da Senhora do Monte.

A estrela que constitui um dos símbolos da Galiza em alusão ao “campo de estrelas” de onde deriva o topónimo Compostela é recorrente em todo o bairro ao qual, aliás, lhe dá o nome.

A construção deste bairro marca uma época em que a presença da comunidade galega era particularmente notável, traduzida não apenas no elevado número de galegos a viver em Lisboa como ainda a então muito concorrida Romaria de Santo Amaro com o seu folclore característico e a criação da Xuventude da Galicia – Centro Galego de Lisboa.













Fotos: Carlos Gomes

Mouçós - Vila Real



Mouçós é uma das trinta freguesias que fazem parte do concelho de Vila Real.

Nesta freguesia localizam-se:

- o Santuário de Nª Sª da Pena, onde, anualmente, no 2º fim-de-semana de Setembro, se realiza uma das Romarias mais concorridas da região. No Domingo, uma monumental procissão com andores que chegam a atingir mais de 20 metros de altura e que precisam da força de 70 homens para os transportar. À noite, largada de fogo de artifício.

- a Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe (IIP): Construída no séc. XV. É globalmente românica, embora a fachada principal e o arco cruzeiro pertençam ao gótico. Tem no interior sepulturas datadas dos sécs. XVI e XVII, e podem apreciar-se alguns frescos num das paredes da capela-mor. Revela ainda vestígios mudéjares do antigo tecto, nos caibros do coro.

- uma Arca Tumular Românica Anexa à Igreja do Salvador, Paroquial de Mouçós (IIP): Adossada à igreja paroquial de Mouçós, existe uma interessante capela do séc. XV, que contém a arca tumular do seu fundador, Abade Fernão de Brito, monumento classificado, ricamente decorada.

Costa da Caparica - Almada

A imagem mostra a foz do rio Tejo, vendo-se ao fundo a costa de Lisboa e a serra de Sintra. Em primeiro plano, a vila da Costa da Caparica e os terrenos em redor. Mais distante, a mata e o Bico da Calha em relação à qual nos referimos no artigo acerca da Trafaria.

A Costa da Caparica é uma vila piscatória situada na margem sul do rio Tejo. Devido à sua proximidade com a capital tornou-se numa zona balnear muito concorrida e o crescimento urbanístico aumentou consideravelmente. Actualmente predominam os estabelecimentos de restauração, hotelaria e outro comércio, registando-se um fluxo acentuado de imigração proveniente do Brasil.

Apesar da sua excelente localização e das potencialidades da Península de Setúbal onde se insere, esta região não mereceu ainda as devidas atenções dos poderes públicos, reflectindo um caso de evidente avareza a sua falta de aproveitamento e a péssima construção que ali se registou há algumas décadas, não raras as vezes à beira de água como sucede na Fonte da Telha.



O recuo da linha de costa por efeito das marés obrigou ao depósito de inertes, por vezes extraídos do próprio leito do mar como a foto documenta. As gaivotas sobrevoam o local na ânsia de conseguirem alimento transportado juntamente com a areia despejada na praia.



(Fotos e textos: Carlos Gomes)

Dornes - Ferreira do Zêzere

À semelhança do que se verificou em relação à Foz do Dão, também a construção da Barragem do Castelo de Bode, no rio Zêzere, na segunda metade da década de quarenta do século passado submergiu grande parte dos terrenos agrícolas da linda localidade de Dornes, criando a pequena península um cenário magnífico emoldurado pelo extenso lago artificial que constitui a albufeira.

Para além da magnífica paisagem, o pitoresco do casario e ruelas, o culto a Nossa Senhora do Pranto e a torre pentagonal que se crê ser de origem templária atraem regularmente milhares de visitantes.





(Fotos e texto: Carlos Gomes)

Fonte do Malhão. Ramalheira. Freixianda. Concelho de Ourém

Quando a água escasseia torna-se um bem por demais precioso. E, para além de constituir uma dádiva da Natureza, o povo fica eternamente grato ao seu benemérito como é o caso que as imagens documentam e que retratam a concorrida nascente da Fonte do Malhão, no lugar de Ramalheira, na Freguesia de Freixianda, concelho de Ourém. Um exemplo a merecer reflexão por quantos desperdiçam desnecessariamente um bem que em muitos locais seria quase um sacrilégio.


Esta nascente de água é bastante concorrida incluindo por pessoas de terras distantes, mesmo dos concelhos vizinhos de Tomar e Alvaiázere. Em tempos, devido a certos carregamentos que se faziam, chegava mesmo a suspeitar-se que era levada para o comércio de restauração... entretanto, a lei passou a obrigar a manter-se a selagem das garrafas de água e a sensibilizar os consumidores. E ainda bem!


(Fotos e texto: Carlos Gomes)

Foz do Dão - Ontem e hoje

A construção da Barragem da Aguieira, no rio Mondego, a escassos dois quilómetros a juzante do rio Dão, nos finais dos anos setenta do século passado, veio alterar por completo a fisionomia daquela região. Onde antes existiram aldeias como Breda, pertencente ao concelho de Mortágua e a Foz do Rio Dão, do concelho de Santa Combão Dão, encontra-se actualmente a extensa albufeira. Submersas ficaram não apenas as paredes das casas e os muros dos quinteiros como ainda os terrenos agrícolas, as práticas rurais e festivas e toda uma vivência social. As suas gentes dispersaram-se por outras povoações em redor ou partiram nomeadamente para as grandes cidades.

Uma das fotos, de origem desconhecida, mostra a povoação da Foz do Dão e a Ponte Dr. Oliveira Salazar, actualmente submersas na albufeira da barragem. A outra imagem apresenta precisamente o mesmo local onde se encontra a povoação sob as águas.




(Foto e textos: Carlos Gomes)

Vila Real - Grupos de outros tempos


«Ceifeiras de S. Dinis» - Saber mais>>>


«Aguadeiras Transmontanas» - Saber mais>>>


«Princezas do Corgo» - Saber mais>>>

Rio Nabão. Nascente do Agroal. Freguesia de Formigais. Ourém


Nos limites dos concelhos de Ourém e Tomar corre o rio Nabão. A nascente do Agroal situa-se na Freguesia de Formigais, concelho de Ourém e a maior depositária do rio Nabão. É um local muito concorrido sobretudo pelas gentes de Ourém e Tomar. Agroal constitui um fitotopónimo que remete para a abundante existência de agriões naquele local, aliás à semelhança de outros pontos do rio Nabão. Ali existe um açude que possibilita a sua utilização como zona de lazer.




Especialidades tradicionais da região. Os cordões de pinhões evocam terços de oração, testemunho da religiosidade local.



(Fotos e textos: Carlos Gomes)

Alvaiázere - Fonte da Mata (Freguesia de Pelmá)

A Fonte da Mata, na Botelha, Freguesia da Pelmá, concelho de Alvaiázere é um dos recantos bucólicos quase desconhecido dos próprios alvaiazerenses.

Para além de constituir um local aprazível, a represa tinha por finalidade reter as águas para serem conduzidas por pequenos aquedutos para o regadio dos terrenos de cultivo.

As suas águas vão desaguar ao rio Nabão, a montante da nascente do Agroal. Durante o Verão, o local fica completamente enxuto...




Escaroupim - Aldeia Avieira

Na margem esquerda do rio Tejo, em Salvaterra de Magos, a cultura avieira ainda resiste. As casas foram substituídas e as estacas em que assentam apenas evocam a tradição.






(Fotos e texto: Carlos Gomes)

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