Capas de discos em vinil de Grupos e Ranchos Folclóricos

«(...) Também o folclore deve ao disco de vinil em grande medida a sua divulgação. Muitos foram os ranchos folclóricos que à época gravaram o seu disco, exibindo na capa um motivo etnográfico adequado ou a imagem do próprio grupo. Dependendo naturalmente da importância da etiqueta e da sua capacidade de distribuição, o disco de vinil contribuiu grandemente para o prestígio de muitos grupos folclóricos uma vez que, de certa forma, representava um reconhecimento pelo seu trabalho por parte das editoras discográficas que apostavam na sua comercialização.(...) Ler o texto na íntegra>>>


Texto e imagens cedidas por Carlos Gomes

Queluz (Sintra) - Feira anual e "Alminhas"

Em frente ao Palácio Nacional de Queluz, no concelho de Sintra, realiza-se anualmente uma reconstituição de uma feira nos moldes em que tinham lugar no século XVII. O local é adequado pois, apesar do referido monumento ter sido construído no século XVIII, insere-se numa área que é parte integrante da região saloia.




Nas proximidades do Palácio Nacional de Queluz, junto ao afamado IC19 por onde diariamente circulam milhares de veículos entre Lisboa e Sintra, mantém-se um pequeno nicho de alminhas que ainda é preservado. Este nicho construído por volta de 1962 e uma das individualidades que contribuiu para a sua construção foi a D. Isabel, proprietária do colégio Almeida Garrett (cf. comentário recebido).



(Fotos e textos: Carlos Gomes)

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